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A importância da autoestima na vida das mulheres

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Autoestima é a “qualidade ou condição psicológica de quem está satisfeito consigo mesmo e demonstra confiança no próprio modo de ser e de agir; amor próprio”. O que é diferente de acreditar que é perfeito, diga-se de passagem…

A definição no dicionário Aulete, na prática, significa inclusive, evitar relações destrutivas, construir relacionamentos saudáveis, tanto pessoal quanto profissionalmente, entre outras coisas.

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Veja mais sobre a importância da autoestima na vida das mulheres:

  • Mulher com baixo amor próprio tem mais dificuldade em ficar sozinha, tomar decisões e impor limites. É insegura, tem necessidade constante de aprovação, além de insatisfação crônica.
  • Traçar (e alcançar) metas também não é algo fácil para quem tem a autoestima frágil.
  • Desfrutar de relacionamentos íntimos é outro ponto crítico entre as mulheres que sofrem com autoestima baixa.
  • E ainda: elas ficam mais vulneráveis ao surgimento de problemas como vícios, disfunções sexuais e depressão.
  • Ao terminar um namoro ou casamento, a mulher que não possui autoestima é incapaz de perceber o próprio valor e perde a confiança em si própria.
  • A autoestima é importante porque, quando ela está ok, melhora a criatividade; dá um up na ambição; a saúde física e emocional aumenta; cresce o poder de se reerguer depois de adversidades, ou seja, a resiliência.
  • Amor próprio em dia quer dizer reconhecimento do valor que se tem, mas de maneira realista, positiva. E capacidade de reconhecer os próprios defeitos e limitações.

O que é autoestima e como melhorar a sua

A autoestima é o olhar que temos sobre nós mesmas; é como nos enxergamos. Ela indica o quanto nos respeitamos e nos queremos bem. No dia a dia, é testada em situações nas quais nos colocamos e nas decisões que tomamos.

A confiança em si mesma não depende de comparações com terceiros, muito menos da aprovação deles. É uma satisfação interna que não é resultante de beleza, inteligência, popularidade, condição social ou talento.

É como sorrir para dentro, dizendo que tem valor e merece ser amada, merece coisas boas. Afinal, o valor de alguém não deve ser concedido pela aparência ou bens materiais que alcançou na vida. Se fosse assim, não existiriam mulheres bem-sucedidas intelectual e financeiramente, mas que sofrem com falta de autoestima. E, acredite, não são poucas…

Uma pessoa que tem consciência do que representa, passa pelos mais diversos eventos e pode até envergar feito o bambu, mas não quebra.

E como chegar a esse ponto? Bem, não existe uma fórmula mágica, uma receita pronta. Cabe a cada uma de nós ter noção daquilo que dá sentido à própria vida, dos princípios que a norteiam. E gostar de tudo isso, gostar de si.

Para tanto, é importante ser completamente honesta consigo mesma. O que, por sua vez, significa ter uma boa dose de autoconhecimento. Só assim, o que os outros pensam poderá não ter a força que às vezes parece ter.

E como anda a sua autoestima? As atitudes que tem tomado são benéficas para você? Sua postura diante da vida, em geral, é positiva? Está feliz com você própria?

Se as respostas forem negativas, é hora de trabalhar algumas questões e virar esse jogo. Você consegue, coragem!

Até o próximo artigo!


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